A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) surgiu na política em meio às manifestações contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2015. Advogada e empresária — dona de um motel em Campo Grande (MS) —, a senadora se juntou a grupos pró-impeachment que surgiram naquela época, com forte discurso anti-corrupção.Nascida em Dourados (MS), ela ficou mais conhecida na capital sul-mato-grossense em meados de 2016 e 2017, quando ajuizou ações populares contra o grupo JBS e o então governador do Estado, Reinaldo Azambuja (na época no PSDB), por um suposto esquema de pagamento de propinas.Na mesma época, ela também apresentou um pedido de impeachment contra o governador, que não foi exitoso.Chegou a mandar prender o então prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (União Brasil), por descumprir uma liminar que obrigava a Prefeitura a disponibilizar professor especializado em educação especial para sua cliente, uma menina de 9 anos com Síndrome de Down.Oficializou-se na política ao se filiar ao partido Novo ainda em 2017. No ano seguinte, mudou para o PSL, então sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por onde se candidatou ao senado pelo Mato Grosso do Sul como “a senadora do Bolsonaro”.Embora não performasse nas pesquisas eleitorais, aparecendo sempre com menos de 10% das intenções de voto e nunca entre os três primeiros candidatos, teve a força da legenda e acabou eleita com 16% dos votos válidos.Mas a relação da senadora com o capitão se rompeu, ainda sem uma razão específica para isso, logo depois, entre 2019 e 2020. “O não escutar a opinião, esse foi um dos problemas”, disse ela, em entrevista à BBC News Brasil em seu gabinete em Brasília.“Outro problema foi nos incitar contra o STF [Supremo Tribunal Federal]. “Todos eles provocaram em nós o que continuam provocando em muita gente.”Em 2022, seu partido se transformou no União Brasil, e Bolsonaro foi para o PL. Soraya Thronicke se lançou candidata à presidência, fazendo forte oposição ao ex-presidente, que tentava a reeleição.Ganhou mais atenção durante os debates eleitorais daquele ano, ao chamar o presidente de “tchutchuca com outros homens” e “tigrão com outras mulheres”, em defesa à jornalista Vera Magalhães, que havia sido ofendida por ele.E virou meme, ao perguntar ao candidato padre Kelmon Luis Souza (PL), se ele não tinha “medo de ir para o inferno”, e depois o chamando de “padre de festa junina”.Naquela eleição, ficou em 5º lugar, com 0,5% dos votos.Em junho de 2023, anunciou sua migração para o Podemos, partido pelo qual ela diz que tentará se reeleger no próximo ano.Antes “candidata de Bolsonaro”, hoje ela afirma que “se deixou enganar” por ele, e corrige quando é chamada de uma política de direita: “Sou centro-direita.”Diz acreditar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem “chances” de ser reeleito devido aos “bons índices” do governo, ao passo que o bolsonarismo é uma “seita”.“Eu fui vítima do gabinete do ódio [termo para designar um grupo dentro do Palácio do Planalto durante a gestão Bolsonaro que supostamente disseminava mensagens difamatórias contra adversários de Bolsonaro]”, disse.“Eu já era antes de romper com eles. Eles são kamikazes, por isso que eu chamo de seita. Na seita você tem que seguir o líder e não pensar.” BBC News Brasil – A senhora foi relatora da CPI das bets, que terminou com a maioria votando pela rejeição do seu relatório que pedia o indiciamento de 16 pessoas, dentre ela duas influenciadoras bem conhecidas, a Virgínia Fonseca e Deolane Bezerra. Na época, a senhora chegou a falar que “não era pizzaiola”, e que não ia acabar em pizza. Por que então sua posição saiu derrotada?Soraya Thronicke – Eu entendo que foi uma posição política dos colegas e não técnica sobre o relatório. Eu tive muita dificuldade durante todo o decorrer da CPI e não acabou em pizza, por mais que o relatório tenha sido derrotado, foi por um voto. E foi a segunda vez, num período de dez anos, que um relatório de uma CPI é derrotado. E o que eu entendo? [Há] interesses de parlamentares membros da CPI na questão das bets.Houve um lobby muito forte e muita gente cedeu.BBC News Brasil – A senhora acha que as bets controlam o Congresso hoje?Soraya Thronicke – Não, porque não me controlou, não deu conta de me segurar, não controla muitos de nós. Mas que exerce um poder sobre muitos, isso eu acredito sim.E diante de tudo que nós investigamos, a gente sabe que há parlamentares envolvidos com bets. Eles se assustaram quando a CPI aconteceu, quando eu consegui, em menos de 24 horas, assinaturas a mais do que o necessário [para a abertura da CPI].E pessoas que não assinaram viraram membros e trabalharam o tempo todo contra.Eu não consegui investigar a gama de… que necessitava o caso, justamente por conta desse boicote que eu sofri. E também não consegui a prorrogação da CPI, que era necessário. Então, eu considero que foi uma questão política, mas não acabou em pizza, porque foram apurados crimes e indícios fortíssimos.Diante desse relatório, obviamente eu tenho que tomar uma atitude porque estou diante de crimes. Eu entreguei o relatório para a Polícia Federal, para a PGR [Procuradoria Geral da República] e também para o Poder Executivo, o próprio ministro [da Fazenda] Fernando Haddad.Uma vez lá, se engavetar, se não investigarem, se não fizerem nada, a pizzaria é em outro lugar, é outro poder.Mas a minha parte eu fiz, porque mesmo derrotado, nada impede de ir adiante tudo que foi levantado. E essa derrota para mim, na verdade, foi uma grande vitória, porque foi a derrota que fez com que aparecesse. Foi um susto para a imprensa, foi um susto aqui dentro.E aqui dentro todo mundo sabe por que derrotado.BBC News Brasil – Por que foi derrotado?Soraya Thronicke – Por conta de interesses pessoais nas bets.BBC News Brasil – A senhora sofreu pressão naquela época?Soraya Thronicke – Muita. Eu sofri pressão, sofri calúnia…BBC News Brasil – Ameaças?Soraya Thronicke – Ameaças.BBC News Brasil – Que tipo de ameaças?Soraya Thronicke – “É melhor você parar”, “você não sabe onde
Adutora do Agreste Potiguar fortalece segurança hídrica do RN. Orçada em R$ 448,5 milhões e inserida no Novo PAC, a obra beneficiará 38 municípios potiguares
Com capacidade para distribuir mais de 3,2 milhões de litros de água por hora e assegurar abastecimento para cerca de meio milhão de potiguares, a governadora Fátima Bezerra e o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa assinaram nesta quinta-feira (6), no Centro Administrativo do Estado, a ordem de serviço para a construção da Adutora do Agreste Potiguar. A obra, orçada em R$ 448,5 milhões e inserida no Novo PAC, representa um marco histórico para o desenvolvimento hídrico do Rio Grande do Norte. O empreendimento será executado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e tem como objetivo reforçar e ampliar o abastecimento de água em 38 cidades do Litoral Leste e Agreste potiguar, impactando diretamente 13 municípios e beneficiando, 25 de forma ampliada. Emocionada, a governadora Fátima Bezerra vê a adutora como a concretização de um sonho histórico: “A realização dessa obra representa a concretização de um sonho de décadas. Hoje é um dia para celebrar o início do Sistema Adutor do Agreste, que vai beneficiar diretamente mais de 13 municípios, tendo à frente a cidade de Nova Cruz. Expresso meu profundo agradecimento ao presidente Lula e ao ministro Rui Costa pela sensibilidade e pelo compromisso com o povo potiguar. Lutei muito para que essa obra fosse incluída no novo PAC, e ver esse projeto se tornar realidade é motivo de grande alegria. A primeira etapa já começa agora, marcando um avanço histórico para o abastecimento de água e o desenvolvimento da região.” Segurança hídrica O ministro Rui Costa ressaltou o avanço da parceria entre Governo Federal e Governo do RN rumo à maioridade hídrica do RN. “Esta obra, parte do programa Água para Todos, é resultado da parceria entre o Governo Federal e o Governo do Rio Grande do Norte, sob a liderança da governadora Fátima Bezerra, com o propósito de levar água a quem mais precisa — ao povo do Nordeste, ampliando a capilaridade do sistema de transposição do São Francisco, com a construção de barragens, adutoras e canais que garantem o abastecimento das cidades e comunidades rurais”. O diretor-presidente da Codevasf, Lucas Oliveira, destacou que adutora integra um conjunto de ações estruturantes que o Governo Federal, por meio da Codevasf, vem executando no estado; “Entre elas está também a Adutora do Seridó, cuja entrega está prevista para março do próximo ano. Somadas, essas iniciativas ultrapassam 300 quilômetros de redes adutoras e consolidam uma nova etapa no desenvolvimento hídrico do Rio Grande do Norte. É mais um avanço importante nessa caminhada rumo à ‘maioridade hídrica’ do estado como bem nomeou o secretário de Recursos Hídricos, Paulo Varella”, ressaltou.O vice-governador Walter Alves relembrou o papel histórico do Governo Garibaldi Filho na construção das adutoras potiguares: “Esse novo investimento soma-se a um conjunto de grandes ações que vêm sendo realizadas ao longo dos anos, desde o programa de adutoras iniciado ainda no governo de Garibaldi Filho, até as recentes entregas da Barragem de Oiticica e das obras de transposição do Rio São Francisco com o trabalho firme da governadora Fátima Bezerra”. Adutora do Agreste Potiguar O projeto atenderá uma população atual estimada em 473,9 mil habitantes, podendo alcançar 510 mil pessoas até 2055. As duas primeiras etapas, que somam 168 quilômetros de extensão, serão iniciadas a partir da assinatura da ordem de serviço. A Etapa 1, com 80 quilômetros, contemplará os municípios de Montanhas, Pedro Velho, Canguaretama, Nova Cruz, Santo Antônio e Serrinha. Já a Etapa 2, com 88 quilômetros, atenderá São José do Campestre, Lagoa D’Anta, Passa e Fica, Monte das Gameleiras, Serra de São Bento, Boa Saúde e Tangará. A Etapa 3, que ligará Tangará a Santa Cruz, encontra-se em fase de licitação. O novo sistema adutor reduzirá a pressão sobre a Lagoa do Bonfim, importante manancial da região, promovendo o uso sustentável dos recursos hídricos. A captação será feita no Rio Guajú, com início das obras previsto para janeiro de 2026 e prazo de execução de cinco anos. A execução da obra ficará a cargo do Consórcio Agreste Potiguar, formado pelas empresas OCC Construções, COESA Construção e KL Serviços de Engenharia. Na próxima semana, o consórcio iniciará a identificação da área onde será instalado o canteiro de obras. Marco histórico “A Adutora do Agreste é um marco histórico. Com sua construção, Nova Cruz e toda a região vão viver uma nova realidade, com mais qualidade de vida e condições para atrair investimentos e gerar empregos. Água é sinônimo de vida, mas também de progresso. Por isso, este é um dia de celebração e gratidão à governadora Fátima Bezerra e a todos que se empenharam para tornar este sonho possível”, celebrou o prefeito de Nova Cruz, Joquinha Nogueira. A assinatura da ordem de serviço para a Adutora do Agreste Potiguar integra o conjunto de investimentos estruturantes em infraestrutura hídrica conduzidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH). Entre 2019 e 2025, o Governo do RN executou, iniciou e projetou obras que somam 1.289,6 quilômetros de extensão, voltadas à ampliação do acesso à água e à sustentabilidade do sistema adutor potiguar. Participaram da solenidade o secretário de Estado dos Recursos Hídricos, Paulo Varella; o secretário de Assuntos Federativos, Luciano Santos; o diretor-presidente da Codevasf, Lucas Oliveira; do secretário de Estado da Infraestrutura, Gustavo Coelho; do secretário de Desenvolvimento Econômico, Alan Silveira; da secretária de Planejamento e das Finanças, Virginia Ferreira. Também participaram o procurador-geral do Estado, Antenor Roberto; os deputados federais Fernando Mineiro e Natália Bonavides; além dos deputados estaduais Francisco do PT, Ubaldo Fernandes, Isolda Dantas, Divaneide Basílio e Doutor Bernardo e os prefeitos Leandro Varela (Canguaretama) e Nira Galvão (Goianinha). Fonte : Governo do RN
Governo do RN inicia segunda fase do Programa de Recuperação de Rodovias Estaduais. O primeiro trecho em obras tem 34 quilômetros de extensão ligando os municípios de Assú e Carnaubais, na região Oeste Potiguar
Começou nessa terça-feira (4) os primeiros serviços da segunda fase do Programa de Recuperação de Rodovias Estaduais. Com um investimento de R$ 651 milhões, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte pretende entregar mais 665 quilômetros de estradas completamente renovadas para a população potiguar. A primeira obra desta nova fase beneficia a população da região, onde um trecho de 34 quilômetros da rodovia RN-016 já está recebendo os serviços necessários para a melhoria do tráfego de veículos entre os municípios de Assú, na altura do entroncamento da BR-304, e Carnaubais. “Este é mais um passo importante, de uma ação estratégica para a segurança de quem trafega por nossas estradas e para a infraestrutura do estado, necessária ao desenvolvimento econômico. Compromisso que assumimos e estamos agora em mais uma fase. Obras e ações da nossa gestão e que se somam a outras igualmente importantes viabilizadas junto ao Governo Federal, com a sensibilidade do presidente Lula, a exemplo da duplicação da BR 304. São estradas que ficaram fora da primeira etapa do Programa de Rodovias, mas que agora têm suas obras iniciadas. Quando finalizarmos, teremos recuperado bem mais que metade de toda a malha de rodovias sob competência do estado”, disse a governadora Fátima Bezerra. Os 665 quilômetros que serão recuperados nesta fase têm previsão de serem completamente entregues em 2026, e se somam aos 800 já entregues na primeira fase do programa iniciado no ano passado, quando o Governo do RN investiu em torno de R$ 630 milhões. Esta ação é um compromisso da governadora Fátima Bezerra com a melhoria do tráfego e garantia da segurança viária em todo o Rio Grande do Norte, levando desenvolvimento econômico e social para a população potiguar. Entre 2019 e janeiro deste ano, o Governo do Estado já havia recuperado cerca de 1.400 quilômetros de estradas em todas as regiões do RN. Ao serem entregues os 665 do atual programa, a administração estadual chegará a marca de 2.100 kms recuperados nos últimos anos, o que representa mais da metade de toda a malha rodoviária sob a responsabilidade do Estado. Segundo trecho já tem data para começar Na sexta-feira (7), o Governo do RN dará início às obras em mais um trecho, desta vez beneficiando a região Agreste, na RN-317, onde os 20 quilômetros ligando a as cidades de Brejinho e Santo Antônio serão recuperados. Fonte: Governo do RN Fotos: A primeira obra desta nova fase beneficia a população da região, onde um trecho de 34 quilômetros da rodovia RN-016 – Foto: Assessoria/SIN
A PREFEITURA DEVIA PRIMEIRO PRESTAR CONTAS DE COMO GASTOU OS 400 MILHÕES EMPRESTADOS DA GESTAO ÁLVARO DIAS ANTES DE QUERER EMPRÉSTIMOS QUE PODEM CHEGAR A 800 MILHÕES. SER PREFEITO NA BASE DE EMPRÉSTIMOS É MUITO FÁCIL. VEREADORES DE NATAL FECHAM OS OLHOS POR RABO PRESO COM A PREFEITURA.
A nova gestão da Prefeitura de Natal tendo a frente o prefeito Paulinho Freire segue fielmente os mesmos passos da gestão de Álvaro Dias. É cargo comissionado e terceirizados batendo um no outro, Jetons a secretários, prefeito com o maior salário do Brasil e uma gestão sem muito a mostrar, fruto de acomodações políticas sem perfil técnico. Como resultado, temos uma máquina pública inchada com muita gente, mas pouco trabalho e toda semana, o Diário Oficial do Municipio publica a contratação de serviços especializados extras para ter pelo menos algum projeto bom para Natal e a população. Durante a campanha política, Paulinho Freire se dizia um gestor preparado e que sabia administrar, ou seja : administrar é ter um orçamento, otimizar gastos e dar eficiência à gestão; se dizia que a prefeitura estava bem financeiramente e que a gestão estava perfeita, precisando de pequenos ajustes aqui e acolá. A história mudou, o prefeito já avisou que pode pegar emprestado até 800 milhões. Em um mês já pediram autorização à Câmara de quase 400 milhões.A gestão Paulinho que isenta empresários de pagar o ISS é a mesma que desde a gestão Álvaro vai atrás de tomar a casa do povo que tem débitos de IPTU.Seguindo os passos de Álvaro, Paulinho quer governar pegando dinheiro emprestado e a população fica muito sem entender como ficará esse endividamento e o mais ridículo é que nem os 400 milhões emprestados da gestão passada foram prestados contas. Fora 400 milhões emprestados, Álvaro deixou restos a pagar de quase 1 bilhão de reais.Os vereadores de Natal que deveriam fiscalizar, não fiscalizam já que também estão cheios de apadrinhados na Prefeitura. As justificativas dos vereadores são vergonhosas e descabidas ao falarem de softwares e aplicativos, que custariam esses altos valores para uma Natal moderna. Uma Câmara de baixa produtividade da maioria dos vereadores e que não se preocupam com as finanças de Natal. As justificativas da prefeitura para os empréstimos são uma misericórdia só, os textos bem mixurucas e já demonstram uma gestão sem preparo para administrar a cidade. Os pedidos de empréstimo sem clareza e aprofundamento das reais necessidades evidenciam ao que mais parece um cheque em branco.Com tanto dinheiro emprestado e senso mal usado, deve sobrar bastante para os defendem essas gestões : os comissionados, apadrinhados dos políticos e a imprensa paga. Fonte: Blog A Cidade
Angelina Jolie visita cidades na linha de frente da guerra na Ucrânia. Atriz se encontrou com profissionais de saúde, famílias e voluntários do país
A atriz e ativista humanitária Angelina Jolie visitou as cidades de Kherson e Mykolaiv, no sul da Ucrânia, onde se encontrou com profissionais de saúde, famílias locais e voluntários.Em um comunicado divulgado pela fundação Legacy of War nesta quinta-feira (6), Jolie agradeceu às organizações que conheceu durante a estadia no país, bem como à própria fundação, que a apoiou durante toda a visita.Ela já havia visitado a cidade ucraniana de Lviv em 2022, onde se encontrou com pessoas deslocadas pela guerra com a Rússia. Entenda a guerra na Ucrânia A Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022 e detém atualmente cerca de um quinto do território do país vizinho.Ainda em 2022, o presidente russo, Vladimir Putin, decretou a anexação de quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia. Os russos avançam lentamente pelo leste e Moscou não dá sinais de abandonar seus principais objetivos de guerra. Enquanto isso, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pressiona por um acordo de paz.A Ucrânia tem realizado ataques cada vez mais ousados dentro da Rússia e diz que as operações visam destruir infraestruturas essenciais do Exército russo. O governo de Putin, por sua vez, intensificou os ataques aéreos, incluindo ofensivas com drones.Os dois lados negam ter como alvo civis, mas milhares morreram no conflito, a grande maioria deles ucranianos. Acredita-se também que milhares de soldados morreram na linha de frente, mas nenhum dos lados divulga números de baixas militares. Os Estados Unidos afirmam que 1,2 milhão de pessoas ficaram feridas ou mortas na guerra. Fonte: CNN Brasil Foto: Angelina Jolie visita cidades na linha de frente da guerra na Ucrânia • Reprodução/Fundação Legado da Guerra