A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) um projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês.A votação foi unânime: 493 votos a favor.O texto ainda terá que passar pelo Senado Federal e depois ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para entrar em vigor.Os deputados federais do RN votaram a favor:João Maia (PP): SimBenes Leocádio (União Brasil): SimRobinson Faria (PP): SimSargento Gonçalves (PL): SimGeneral Girão (PL): SimCarla Dickson (União Brasil): SimNatália Bonavides (PT): SimFernando Mineiro (PT) : Sim
América-RN vence o QFC e conquista o Campeonato Potiguar Sub-20 2025
Foto: Augusto César Gomes Alvirrubro bate o QFC por 1 a 0 na Arena das Dunas e volta a levantar o troféu do estadual da categoria após dois anos O América-RN é o campeão do Campeonato Potiguar Sub-20. O Alvirrubro derrotou o QFC por 1 a 0 na tarde desta quarta-feira, na Casa de Apostas Arena das Dunas, e voltou a conquistar o título da categoria após dois anos.O gol da vitória saiu aos 30 minutos do segundo tempo. Vinícius cobrou falta pela direita e Elias apareceu bem posicionado para cabecear para as redes. Nos acréscimos, o QFC teve a chance do empate, mas Oziel chutou por cima do gol.Além da taça, o América recebeu R$ 13 mil em premiação oferecida pela Federação Norte-rio-grandense de Futebol. O QFC, vice-campeão, ficou com R$ 7 mil, totalizando R$ 20 mil distribuídos entre os finalistas. Com o título, o América assegura a chance de representar o Rio Grande do Norte em torneios como a Copa do Nordeste Sub-20 e a Copa do Brasil Sub-20, a depender dos regulamentos das competições.Troféu Marcos PintadoO América ergueu o Troféu Marcos Pintado, denominação escolhida pela FNF em homenagem ao ex-jogador e dirigente esportivo Marcos Pintado, que morreu recentemente. Ele marcou sua trajetória no futebol potiguar como atleta do Alecrim e do Baraúnas, além de treinador e dirigente em diversos clubes.Melhores do campeonatoA FNF também divulgou os melhores jogadores e treinador do estadual sub-20 (veja abaixo). Craque do Campeonato – Cauê (América)Melhor Treinador – Jhonatas Reis (América)Melhor Goleiro – Pedrinho (QFC)Artilheiro – Kauã Gabriel (ABC), com 11 gols
Muito além do peixe cru: a história do sushi que começou no sudeste asiático
Você sabia que o sushi surgiu no sudeste asiático como uma forma de conservar o peixe? Na época, o peixe era armazenado com arroz cozido, que fermentava e ajudava na conservação. O arroz, aliás, nem era consumido com o tempo, só o peixe. Essa técnica deu origem ao “narezushi”. Já no Japão, o sushi chegou por volta do século VIII e, aos poucos, foi ganhando novos estilos até se tornar o prato famoso que conhecemos hoje. Engana-se quem pensa que o sushi são apenas pratos com peixe cru. Essa ideia se espalhou quando o prato começou a ganhar popularidade fora do Japão (inclusive no Brasil). Isso porque, nas divulgações, a imagem mais usada era a do niguiri: uma fatia de peixe cru sobre uma porção de arroz. Com isso, muita gente passou a acreditar que todo sushi era assim. Fernando Andrade, sócio-fundador e diretor comercial do Grupo Harõ — holding que reúne as marcas Harõ Sushi, Hapoke, The Roll, Redwok, Mango Salad e Tio Parma, com um modelo de franquia 6 em 1, reforça que, com o tempo, o prato foi se reinventando e, hoje, existem diversas versões dessa iguaria espalhadas pelo mundo. “No Brasil, podemos dizer que entre os mais populares estão os hot rolls, uramakis e temakis”, comenta. O hot roll é um clássico que une crocância e sabor em uma só peça. Esse tipo de sushi é empanado e frito até ficar dourado, com recheios deliciosos que elevam essa experiência única da culinária japonesa. O uramaki, por sua vez, combina criatividade e sabor. Os uramakis são enrolados com arroz na parte externa e recheios irresistíveis no centro. Uma explosão de texturas e sabores que conquistam paladares. Já o temaki é um cone de alga recheado com arroz, peixe fresco e ingredientes selecionados. Feito para ser saboreado com as mãos, é perfeito para quem busca sabor e praticidade em cada mordida. No cardápio do Harõ Sushi, eleito pelo iFood como Melhor Restaurante de Comida Asiática em 2024, é possível encontrar o sushi em suas diferentes formas, entre elas, o sushi no rolo: uma versão inovadora enrolada em alga inteira e combinando proteínas, crocância e molhos especiais. Sobre o Grupo Harõ O Grupo Harõ foi fundado em 2021, em Pernambuco, por Fernando Andrade e João Pedro Bezerra, com o objetivo de reinventar a entrega de comida asiática. Hoje, o grupo também conta com o sócio-investidor Rodrigo Melo, especialista do mercado de franquias com mais de 10 anos de atuação na área. A holding detém as marcas Harõ Sushi, Hapoke, The Roll, Redwok, Mango Salad e Tio Parma, e oferece um modelo de franquia 6 em 1, com a possibilidade de operação em dois formatos diferentes de negócios, dark kitchen e take away. O Grupo Harõ também trabalha com fornecedores homologados e oferece um aplicativo próprio para os franqueados. Com mais de 50 unidades espalhadas por 15 estados brasileiros, o grupo segue com plano de expansão para conquistar todo o Brasil.
Entenda o que muda na Lei da Ficha Limpa após sanção com vetos de Lula
Presidente sancionou com ressalvas proposta que modifica termos iniciais e finais de contagem de inelegibilidadesO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou com vetos um projeto de lei complementar aprovado pelo Congresso Nacional que altera a Lei da Ficha Limpa. A decisão foi publicada na edição do DOU (Diário Oficial da União) de terça-feira (30).A proposta foi aprovada pelo Legislativo no início do mês e, na prática, reduz o tempo de punição para políticos cassados. Isso valeria para parlamentares (deputados, senadores, vereadores), governadores, prefeitos e seus vices. Até então, a legislação definia que políticos declarados inelegíveis não poderiam disputar eleições ao longo do mandato em curso e nem nos oito anos seguintes ao seu término.O doutor em Direito Constitucional pela USP Antonio Carlos de Freitas Jr. detalha à CNN as mudanças na legislação. “A legislação hoje vigente determina, como regra, que aqueles que se tornam inelegíveis assim o ficam por um período — como o restante do mandato ou o cumprimento da pena — para que somente após esse período passe a contar o prazo de inelegibilidade. Com a recente Lei Complementar 219/2025, tal regra foi alterada para que, em vários casos, a inelegibilidade passe a contar do ato ou fato que dê origem a esta.”Por exemplo, anteriormente, políticos que viessem a perder os mandatos não podiam disputar eleições durante o mandato em curso e nem nos oito anos subsequentes ao fim deste. Com a alteração promovida pela LC 219/2025, o prazo passa a contar a partir da decisão que decretar a perda de mandato, o que diminui o prazo de inelegibilidade dos condenados”, exemplifica o especialista.O projeto sancionado por Lula também abranda o período de inelegibilidade para condenados por crimes eleitorais e de abuso de autoridade, por exemplo. “Anteriormente os cidadãos ficavam inelegíveis por oito anos após o cumprimento da pena — e partir do trânsito em julgado da decisão, no caso de improbidade —, a partir de agora, tal prazo conta-se a partir da condenação por órgão colegiado. Crimes mais graves como organização criminosa e tráfico de drogas continuam com a regra antiga”, diz Antonio Carlos.Na prática, a condenação por órgão colegiado ocorre geralmente muito antes da condenação em segunda instância, por órgão colegiado. Como existem recursos recursos cabíveis após tal condenação, o prazo de inelegibilidade somente começava a contar meses ou anos depois da condenação, mantendo o cidadão inelegível por mais tempo. No caso das condenações criminais tal cenário foi alterado de maneira mais radical, pois, logicamente, o cumprimento da pena se dá vários anos após a condenação por órgão colegiado”, continua.Desincompatibilização e criação de requerimentoO texto sancionado na terça-feira determina também que integrantes do MP (Ministério Público), da Defensoria Pública e das polícias civil e militar devem deixar seus cargos seis meses antes do primeiro turno das eleições para que possam disputar o pleito.Segundo Antonio Carlos, a regra anterior previa a desincompatibilização quatro meses antes do primeiro turno para esses servidores. Por fim, o projeto de lei ainda cria o chamado Requerimento de Declaração de Elegibilidade à Justiça Eleitoral, que permite aos pré-candidatos ter conhecimento de sua real situação eleitoral antes mesmo do pedido de registro de candidatura.Atualmente, ocorrem casos em que o cidadão inicia sua campanha e somente vem a ser declarado inelegível em data próxima à eleição, descartando todos os recursos empreendidos. Trata-se de avanço sobre o período de pré-campanha, pouco tratado pela legislação atual, não havendo, até então, regras claras para tal período”, conclui o especialista. O que diz o Planalto sobre os vetos Lula barrou três trechos do projeto, inclusive um que dispunha sobre o efeito retroativo em relação a condenações e a fatos pretéritos.A decisão de Lula atendeu a recomendações técnicas da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Ministério da Justiça, que avaliaram os dispositivos como inconstitucionais e prejudiciais ao combate à corrupção. Os pareceres destacaram que a mudança fragilizaria conquistas da lei aprovada em 2010, considerada um marco no fortalecimento da ética na política. Em justificativa publicada no DOU sobre o primeiro veto, o Planalto argumenta que:A nova redação da alínea, ao fixar o início do prazo da contagem a partir da ‘data da eleição’, cria distorções que resultam em aplicação desigual da sanção. Assim, candidatos condenados por abuso de poder e em situação jurídica idêntica poderiam ter tratamento distintos: os condenados após o pleito cumpririam integralmente os oito anos de inelegibilidade, enquanto aqueles cuja condenação ocorresse anos depois poderiam cumprir um período significativamente menor, oou até nenhum período útil de inelegibilidade, no caso dos não eleitos. A nova redação, portanto, viola o princípio da isonomia (art. 5º, caput, da Constituição) ao introduzir um critério arbitrário e desigual entre candidatos em situações equivalentes.”Acerca da retroatividade, o Executivo aponta que: “Os dispositivos impugnados autorizam a aplicação imediata de normas mais brandas, inclusive a fatos e condenações já definitivamente julgados. Contudo, conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 1.199 da Repercussão Geral, ao ponderar entre os princípios da retroatividade benéfica e da moralidade administrativa, a Corte conferiu primazia a este último, reafirmando a regra da irretroatividade.Além disso, a inovação normativa afronta diretamente o princípio da segurança jurídica, assegurado no art. 5º, caput, inciso XXXVI, da Constituição, ao relativizar a coisa julgada, uma vez que permitiria que decisões judiciais transitadas em julgado fossem esvaziadas por legislação superveniente. O respeito à coisa julgada é indispensável à segurança jurídica e à estabilidade institucional, e não deve ser relativizado por norma infraconstitucional, sob pena de se incorrer em inconstitucionalidade.”Os vetos agora serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo em sessão conjunta de deputados e senadores.A decisão reacende o debate sobre os limites da Lei da Ficha Limpa e expõe mais uma frente de disputa entre o Palácio do Planalto e o Legislativo. Fonte: CNN Brasil
Eurofarma e Novo Nordisk firmam parceira para distribuição de novas canetas
Acordo visa fortalecer a distribuição e promoção da molécula, incluindo especialidades, farmácias e regiões não atendidas atualmente pela farmacêutica dinamarquesaA farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk e a brasileira Eurofarma anunciaram nesta quarta-feira (1º), uma parceria estratégica para expandir o alcance da semaglutida biológica injetável no Brasil.Segundo comunicado, o acordo visa fortalecer a distribuição e promoção da molécula, incluindo especialidades, farmácias e regiões não atendidas atualmente pela Novo Nordisk. A Eurofarma será a distribuidora exclusiva para a comercialização e promoção de duas novas marcas de semaglutida semanal injetável no mercado brasileiro: Poviztra, indicada para o tratamento da obesidade e do sobrepeso com comorbidades associadas, e Extensior, voltada para o tratamento do diabetes tipo 2.Esta parceria é um passo estratégico para garantir que nossa inovação chegue a ainda mais pessoas em todo o Brasil”, afirma o vice-pesidente da Novo Nordisk Latam e Brasil, Allan Finkel. Segundo a Eurofarma, a iniciativa integra os esforços contínuos das duas empresas para ampliar o alcance destas terapias de excelência, seguras e eficazes.A Eurofarma traz a experiência e a capacidade da sua força de vendas para ampliar o alcance desses produtos, dentro de um projeto que contempla forte compromisso com médicos e pacientes, excelência científica, inovação e robusta capacidade de execução local”, diz a CEO Brasil da farmacêutica brasileira, Renata Campos. Fonte: CNN Brasil