Nesta sexta-feira, 12, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo da decisão que fundamentou a operação da Polícia Federal (PF) contra Mariângela Fialek, servidora da Câmara conhecida como “Tuca” e apontada como responsável por operacionalizar o chamado “orçamento secreto”.Conforme a decisão, o documento mostrou que a PF colheu depoimentos de parlamentares como os deputados Glauber Braga (Psol-RJ), José Rocha (União-BA) e Adriana Ventura (Novo-SP), Fernando Marangoni (União-SP) e o senador Cleitinho (Republicanos-MG).As oitivas, portanto, revelaram que Mariângela é a responsável por receber e encaminhar listas de destinação de verbas elaboradas sob orientação direta do então presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). De acordo com Dino, os elementos reunidos “evidenciam fortes indícios de que a servidora integra uma estrutura organizada voltada ao indevido direcionamento de emendas parlamentares”, inclusive em benefício de Alagoas e de municípios ligados a aliados políticos de Lira, como Rio Largo.Atuação central de servidora de Lira e sigilos quebradosSegundo a decisão, a análise de dados telemáticos reforçou a suspeita de que Mariângela atuava como “controladora” de emendas e mantinha registros de parlamentares e partidos contemplados. “Os dados evidenciam que o processo era centralizado nela”, informa trecho do despacho.Dino também destacou que a servidora continuou exercendo influência sobre a destinação das verbas mesmo após a troca no comando da Câmara.“Há elementos que indicam que, apesar da mudança na presidência, a investigada manteve papel relevante nas tentativas de perpetuação do malfadado orçamento secreto”, escreveu o magistrado.Por isso, o ministro do STF autorizou buscas em todos os imóveis vinculados a Mariângela, incluindo a residência em Brasília e o local de trabalho na Câmara. A decisão também permitiu o acesso a e-mails, mensagens e arquivos armazenados em nuvem, além da recuperação de senhas e dados eletrônicos apreendidos. As investigações têm origem na decisão do próprio STF na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n° 854, que declarou inconstitucional o modelo de execução das emendas de relator o chamado “orçamento secreto”.Depois de denúncias públicas feitas da tribuna por parlamentares, Dino ordenou a abertura de inquérito para apurar o eventual redirecionamento de verbas sob nova roupagem, por meio das chamadas “emendas de comissão”. Fonte : Revista Oeste
Flamengo vence Pyramids e vai enfrentar PSG na final do Intercontinental. Léo Pereira e Danilo marcaram os gols da vitória neste sábado (13) em Al-Rayyan
O Flamengo está na final da Copa Intercontinental da Fifa depois de vencer o Pyramids neste sábado (13) pela semifinal da competição. O Rubro-negro, que ficou com a taça da Challenger Cup, terá agora o PSG pela frente na decisão do torneio mundial. No Estádio Ahmad bin Ali, em Al-Rayyan, Léo Pereira abriu o placar aos 23 minutos de jogo. Arrascaeta cruzou na medida para o zagueiro mandar, de cabeça, para o fundo da rede.Na segunda etapa, Arrascaeta apareceu de novo, em mais uma assistência, mas dessa vez para Danilo. Após cobrança de falta do uruguaio, Danilo surgiu na segunda trave para cabecear e ampliar o placar para o Rubro-negro. O Flamengo agora se prepara para enfrentar o PSG, campeão da Champions League, na final do Intercontinental. As equipes entram em campo na próxima quarta-feira (17), às 14h (de Brasília), também no Estádio Ahmad bin Ali. O jogo A partida em Al-Rayyan começou morna. Cebolinha teve boa chance logo aos quatro minutos de jogo, mas parou na zaga do time egípcio. Depois disso, a criação do time de Filipe Luís foi escassa.Apesar de dominar a posse de bola, o Flamengo não chegava com muito perigo. O primeiro grande lance foi justamente o que abriu o placar. Aos 23 minutos, Arrascaeta cruzou na medida para Léo Pereira balançar a rede de cabeça.Depois do gol, o jogo ficou mais movimentado. Arrascaeta quase ampliou aos 29, tirando tinta da trave. Os únicos lances de perigo do lado egípcio saíram depois dos 40 minutos. Rossi saiu com os pés e tocou para Alex Sandro atravessando a área, Mayele quase roubou a bola. Aos 42, Zalaka recebeu sozinho cara a cara com o goleiro, mas finalizou em cima de Rossi. Na segunda etapa, o Pyramids parecia tentar sair para buscar o empate, mas acabou vendo o Flamengo ampliar. Logo aos seis minutos, Danilo fez o segundo do Rubro-negro também de cabeça após cobrança de falta de Arrascaeta. Ao contrário do primeiro tempo, o gol esfriou o jogo. O Flamengo passou a administrar a partida, com o controle da posse de bola. Aos 40 minutos, Pedro entrou no lugar de Carrascal. O atacante estava fora há quase dois meses devido a uma fratura no braço e uma lesão muscular na coxa esquerda.Na reta final de jogo, o Pyramids conseguiu assustar. Aos 42, Chibi lançou de trivela para Atef que cabeceou sozinho, mas mandou para fora. Fonte: CNN Brasil
Câmara aprova PL que reduz tempo de prisão de Bolsonaro. PL da Dosimetria prevê redução das penas dos condenados pelos atos golpistas. Projeto surgiu como alternativa à proposta que pedia o perdão total das condenações.
A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (10/12) o projeto de lei de redução de penas para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, o texto-base do chamado PL da Dosimetria. A proposta visa reduzir o tempo de prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos demais condenados pela trama golpista .Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, acusado de comandar um plano para dar um golpe de Estado, e atualmente está cumprindo pena na sede da Polícia Federal (PF) em Brasília.O projeto de lei foi aprovado na Câmara por 291 a 148 votos e será enviado ao Senado, cujo presidente, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que o texto deve ser votado até o fim deste ano. “Temos que buscar um meio-termo para modernizarmos a legislação, para melhorarmos, para suprirmos as lacunas estabelecidas na lei dos crimes contra o Estado Democrático de Direito”, afirmou Alcolumbre.Caso o texto seja aprovado, Bolsonaro pode ter sua pena reduzida, passando menos tempo na cadeia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda pode vetar a proposta integralmente ou parcialmente.A decisão de colocar o tema em votação foi comunicada na terça-feira pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).O relator do PL, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirmou que o tempo de prisão de Bolsonaro em regime fechado seria reduzido para 2 anos e 4 meses. Esse prazo vai depender da remição da pena – quando um condenado reduz seu tempo de prisão em regime estudando ou trabalhando.“Com isso, todas aquelas pessoas presas pelo 8 de janeiro serão soltas. Aquelas que estão com tornozeleira, aquelas que estão fora do Brasil. E aqueles que pegaram uma pena maior reduz para, como o presidente Bolsonaro, no final de tudo, 2 anos e 4 meses”, disse Paulinho da Força.No entanto, dependendo da interpretação do texto, a redução pode ser menor, variando entre 3 e 4 anos de prisão em regime fechado. Nas condições atuais, Bolsonaro seria mantido em privação de liberdade por um período de entre 6 anos e dez meses a pouco mais de 8 anos.Alternativa ao PL da AnistiaO PL seguiu para votação em plenário após meses de intensas negociações. O projeto é considerado uma alternativa ao impasse em torno do PL da Anistia , que pedia o perdão total das condenações de todos os envolvidos nos atos golpistas.Os parlamentares de oposição, no entanto, desistiram de propor uma emenda ao projeto para anistiar de forma ampla e irrestrita todos os condenados em troca do apoio dos partidos do chamado centrão à redução das penas.Em setembro, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.Além de Bolsonaro, também foram condenados outros sete réus que compõem o núcleo crucial da trama golpista, entre estes, o ex-ministro da Defesa e ex-vice na chapa de Bolsonaro em 2022, general Walter Braga Netto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno e o ex-ministro da Justiça, Anderson TorresO que diz o PL da DosimetriaO novo parecer do projeto de lei de redução de penas altera o artigo 112 da Lei de Execução Penal, que se refere à progressão de pena de prisão para um regime menos rigoroso, mais rápido do que a atual, permitindo a saída do regime fechado após cumprimento de um sexto da pena. A regra atual exige um quarto da pena.O artigo diz que a pena em regime fechado será executada em forma progressiva com a transferência para regime menos rigoroso quando preso tiver cumprido entre 16% e 70% da pena, dependendo de fatores como a gravidade do crime e se houve reincidência.O substitutivo apresentado pelo relator estabelece que a pena privativa de liberdade seria executada em forma progressiva com a transferência para regime menos rigoroso após o preso cumprir “ao menos um sexto da pena no regime anterior e seu mérito indicar a progressão”.O texto também acrescenta um novo dispositivo estabelece que “o cumprimento da pena restritiva de liberdade em regime domiciliar não impede a remição da pena”, ao invés de apenas aos presos cumprem a pena em regime fechado ou semiaberto.A proposta também cria o artigo 359-M-A que determina que, quando os delitos forem cometidos no mesmo contexto, como os crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, a pena não pode ser cumulativa. Assim, o crime de golpe de Estado, que tem pena maior, deve absorver o crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Dessa forma, a pena total de Bolsonaro, por exemplo, já sofreria uma redução de 6 anos e 6 meses.Outro artigo, o artigo 359-V, prevê redução de um terço a dois terços da pena para crimes cometidos em contexto de multidão, se o condenado não tiver exercido papel de liderança, o que deve beneficiar a maioria dos condenados pelos atos de 8 de janeiro.Motta quer pautar cassação de deputadosTambém nesta terça-feira, Motta afirmou que colocará para votação até o recesso parlamentar, previsto para o fim da próxima semana, a cassação dos mandatos dos deputados Carla Zambelli (PL-SP), Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Glauber Braga (PSOL-RJ).Ele disse ainda que a Mesa Diretora vai decidir nesta terça-feira a respeito da situação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que já excedeu o número permitido de faltas neste ano e corre o risco de perder o mandato. O filho de Jair Bolsonaro (PL) está nos Estados Unidos. Ele deixou o país em fevereiro alegando estar sendo perseguido pela Justiça brasileira.A Polícia Federal indiciou Eduardo Bolsonaro por coação, por ele ter tentado influenciar os rumos dos processos contra seu pai por meio das sanções econômicas dos EUA ao Brasil. Em novembro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu torná-lo réu por tentar coagir a corte e criar um clima de instabilidade no país. Fonte: DW
Arrascaeta brilha, Flamengo elimina o Cruz Azul e vai à semi da Copa Intercontinental. Equipe rubro-negra leva alguns sustos, mas conta com vacilos mexicanos e destaque do craque uruguaio para levar a melhor; próximo jogo acontece no sábado, às 14h (de Brasília), contra o Pyramids, do Egito.
Arascaeta foi o protagonista da vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Cruz Azul, nesta quarta-feira, no chamado “Derby das Américas”, que inaugurou a fase decisiva da Copa Intercontinental. Jogando no Estádio Ahmad bin Ali, o clube rubro-negro não precisou fazer muito esforço para encontrar o caminho da vitória e contou com dois gols do craque uruguaio para se classificar para a semifinal do torneio da Fifa. O resultado define o Flamengo como adversário do egípcio Pyramids, na semifinal. A partida está agendada para o mesmo estádio, no próximo sábado, às 14h (de Brasília). Quem vencer mede forças com o Paris Saint-Germain, o vigente campeão europeu. O time mexicano tomou conta da partida nos primeiros minutos, se posicionou no ataque e tentou chegar ao gol. Mas a defesa do Cruz Azul decidiu colaborar com o Flamengo. Em uma saída de bola equivocada, Piovi entregou a bola nos pés de Arrascaeta, que, dentro da área, teve a frieza necessária para driblar o goleiro e colocar o conjunto rubro-negro em vantagem, aos 14. O gol flamenguista não alterou o panorama do jogo. O time carioca continuou mais conservador, enquanto os mexicanos mantiveram a postura mais ofensiva. Aos 42, o Cruz Azul chegou a balançar a rede em jogada de bola aérea, mas foi flagrado o impedimento que invalidou o que seria o gol de empate. No minuto seguinte, veio a comemoração mexicana. Depois de brigar pela bola na lateral esquerda da grande área, Jorge Sánchez recebeu pelo alto, emendou um chute de primeira e marcou um golaço. No segundo tempo, Filipe Luís promoveu alterações no ataque, colocando Plata e Cebolinha nas vagas de Lino e Carrascal. A mudança deu maior presença de ataque ao Flamengo, que ofereceu mais riscos ao Cruz Azul. O efeito apareceu aos 27. Cebolinha tocou para Arrascaeta, que chegou quase na linha de fundo e tocou por cobertura para colocar o Flamengo à frente do placar novamente. O lance foi avalizado pela tecnologia da linha do gol, que flagrou a bola ultrapassando a linha do gol. À frente do marcador, o Flamengo não foi mais ofendido pelo Cruz Azul. Chegou a criar outras chances de gol, que foram desperdiçadas. Houve reclamação após um jogador do time mexicano tirar a bola em cima da linha com o ombro após cobrança de escanteio. No mais, os cariocas administraram o placar e conduziram a classificação até o apito final. CRUZ AZUL 1 x 2 FLAMENGO CRUZ AZUL: Gudiño; Jorge Sánchez (Bogusz), Ditta e Piovi; Lira, Márquez (Faravelli), Carlos Rodríguez e Rotondi (Sepúlveda); Rivero (Campos), Paradela (Luka Romero) e Gabriel Fernández. Técnico: Nicolás Larcamón.FLAMENGO: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar (Saúl Ñíguez), Jorginho (De la Cruz) e Arrascaeta (Luiz Araújo); Carrascal (Everton Cebolinha), Bruno Henrique e Samuel Lino (Gonzalo Plata). Técnico: Filipe Luís.GOLS: Arrascaeta, aos 14, Jorge Sánchez, aos 44 minutos do 1º tempo; Arrascaeta, aos 27 minutos do 2º tempo.ÁRBITRO: Glenn Nyberg (Suécia).CARTÕES AMARELOS: Ditta, Piovi, De la Cruz, Alex Sandro e Jorginho.PÚBLICO: 7.108 torcedores.RENDA: Não divulgado.LOCAL: Estádio Ahmad bin Ali, em Al-Rayyan, no Catar. Fonte: O Estadão – Marcos Antomil
PLANO DA DIREITA PARA O BRASIL É A FAMILIA BOLSONARO NO PODER. COM BOLSONARO PRESO E NA CADEIA, A FAMILIA SEGUIRÁ COM SEUS PLANOS E PAUTAS QUE EM NADA MELHORAM A VIDA DO POVO.
Os que se dizem defensores da boa politica, uma direita que alimentou uma família que tem algo em comum: primeiro eu, segundo minha família e o resto é o resto, porque essa família simplesmente se intitula a dona da direita do Brasil, o que devia envergonhar muitos políticos que obedecem essa triste história de uma família que só traz prejuízos ao Brasil e que quando governou, foi horrível.Sempre houve desde 1990 nas eleições para presidente, a polarização entre o candidato da direita contra Lula e os candidatos do PT. Teve-se Collor, Fernando Henrique, José Serra, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, mas a direita que venceu com Bolsonaro, na eleição que Lula não concorreu, é refém de um preso que dentro da cadeia define quem será o candidato contra Lula e o PT, ou seja, é a direita representada pela família bolsonaro e essa estória de mito, que alimenta um monte de encéfalos que dizem lutar contra o comunismo e a corrupção.A família Bolsonaro sobrevive de política e enganação. Um filho Deputado Federal patético que diz exercer um mandato morando nos Estados Unidos, um outro, vereador que só fala babaquices como a de dizer que no Brasil não houve ditadura Militar, outro é vereador do Rio de Janeiro e o agora candidato da Direita a Presidente , o senador Flávio Bolsonaro, aquele mesmo da rachadinha do escândalo Queiroz. Também deverá estrear na política, a mulher de Bolsonaro, a Michele que deverá ser candidata a senadora pelo Distrito Federal.O Governo Bolsonaro foi aquele que passou os 4 anos e se procuram quais as realizações. Nao traz boas lembranças com 700 mil mortes da Covid, falas inconsequentes e no final, uma tentativa de golpe frustrada. O governo Bolsonaro se destacou com coisas que não mudam em nada a vida do brasileiro: motociatas e defesa dos militares, nada mais.Chegando em 2026, a família Bolsonaro é um péssimo exemplo para uma direita que diz querer organizar um país, quando enriquece às custas do povo, seja bancando mandatos sem nenhuma serventia, recebimentos de Pix e salários de partido.A direita chega para as eleições de 2026 com o discurso de defender a família Bolsonaro e pautas que nada mudam a vida do brasileiro, ao invés de defender melhorias para o o povo em geral. A direita está cada vez mais ridícula quando fazem tudo que os bolsonaros pedem. São governadores e apoiadores ridículos iguais aos.Bolsonaros, que agora apoiam um filho de Bolsonaro como alternativa contra o governo Lula.Enquanto Lula amplia programas sociais e melhorias para o povo em geral, os bolsonaristas passaram 3 anos defendendo anistia para Bolsonaro, blindagem de parlamentares, impeachment de ministros do STF, intervenção militar e o velho discurso falso de anticorrupção e anti-PT. Sem pautas essa Direita partirá para o embate do próximo ano defendendo a família Bolsonaro, que teve o seu governo medíocre e os últimos 3 anos sem defender nada de bom para o povo. A nova derrota do bolsonarismo será eminente, mas manterá os filhos e a ex-mulher com mandatos, mantendo parlamentares inúteis que só sugam dinheiro público.Quanto a Lula, partirá para a sua reeleição e vencerá, chegando a 2030 e preparando seu sucessor para dar seguimento ao seu legado de realizações e defesa da maioria das população. Fonte: Blog A Cidade .