Jorge e Mateus detalharam como será a pausa na carreira após 20 anos de estrada.
O que aconteceu
A dupla participou hoje do Viver Sertanejo, da Globo, e conversou sobre os planos para 2026, ano em que completam 21 anos de carreira. “Esse próximo ano é um ano de Jorge e Mateus completar 21 anos, um ano sabático. Não vai chegar a ser um ano”, disse Jorge. Eles já haviam dito, em dezembro de 2024, que parariam por tempo indeterminado após o fim da turnê que comemora os 20 anos da dupla. Na época, eles não precisaram quando a pausa começaria e nem quanto tempo duraria
‘Acho que a gente não consegue ficar tanto tempo, mas é um descanso, é uma hora de você pensar nas novas diretrizes, os caminhos que devemos percorrer para os próximos 20″.- Jorge

O sertanejo também contou o que pretende fazer nessa pausa. “Colocar a cabeça no lugar, compor, produzir música, dar uma curtida na molecada, poder viajar com eles quando eles estão de férias.
Mateus falou que eles pretendem participar mais do dia a dia dos filhos. “São nas pequenas coisas que a gente quer se apegar um pouco. Esse lance de ‘mas você vai viajar de novo?’. Como você responde para uma criança que quer ter o pai ao lado ali? Buscando na escola ou participando. Isso pesa para a gente, ao mesmo tempo, a gente vai descansar um pouco a cabeça”.
“Como o Jorge falou, trabalhar de uma forma mais tranquila nas próximas músicas. Ficar mais potente novamente, porque a estrada te cansa bastante. As coisas vão ficando iguais e rotineiras. É bom sair um pouco dessa bolha”. – Mateus
Jorge também falou do ritmo em que eles viviam com a agenda de shows. “É o oxigênio, como se tivesse pegando tubão de oxigênio e colocando assim do lado e dar uma oxigenada. Quando você faz tudo o que vai fazer em excesso, a entrega é comprometida.”
“Todo mundo que está na estrada já há um tempo, se o cara tiver show todo santo dia para fazer, aí entra dentro de um avião e voa, entra dentro de um carro. Não tem ser humano que aguente isso. A gente lida com pessoas, com emoção das pessoas, com a energia das pessoas, e nós não somos máquinas. Somos gente” – Jorge
Fonte: UOL
